Não somos uma Agência.

Somos um Lab Criativo desenhado para ativar os melhores projetos. Turn it on!

Manifesto

Dance!

Retire as ideias da gaveta e dedique os próximos anos a fazer aquilo que mais gosta. Dê o próximo passo, atravesse a linha, desafie o comum e fuja das regras. Realize-se.

Por cá, unimos criativos, artistas, comunicadores, designers, curiosos, programadores, músicos, subversivos e muito mais. Juntos e conectados, estamos a construir um futuro que nos permita dançar.

Big ideas have small beginnings. Turn it on.

Serviços

Marcas

Quer saber por que nos orgulhamos tanto dos nossos projetos? Eles não são apenas um portefólio de marcas que reconhecem o nosso potencial, mas também um reflexo do nosso estilo de vida, situado num lugar repleto de contrastes onde a arte, a música, a cultura, a moda e a tecnologia podem cruzar-se livremente com as mais diversas identidades.

Organii

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

Brigadeirando

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

Filipe Catto

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

Projeto:

Marketing

The Therapist

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

Projeto:

Marketing

LISPOA Craft Beer

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

Nouã

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

Projeto:

Marketing

Shelter Bar Lisboa

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

Marcelo Dalbosco Tattoo

Já paraste para pensar como a diversidade e a inclusão transformam o design gráfico? O queer design é uma dessas forças revolucionárias que desafiam as normas e dão voz à comunidade LGBTQIAPN+, moldando o design gráfico (e não só) ao longo dos anos e causando um importante impacto na cultura visual.

O que é Queer Design?

“Queer Design” não é exatamente um termo formalmente estabelecido no campo do design, mas pode ser entendido como uma prática emergente que incorpora perspetivas e estéticas queer, desafiando normas e binarismos de género e sexualidade e promovendo a inclusão e diversidade. Mais do que uma estética colorida, o design queer tem propósito: causa, política e mensagem. Estas são algumas das suas características principais:

  • Inclusividade: Criação de espaços e produtos que são acolhedores para todas as identidades de género e orientações sexuais.
  • Subversão das Normas: Uso do design para desafiar as normas sociais e culturais em torno de género e sexualidade.
  • Narrativas Queer: Integração de histórias e experiências de pessoas queer no design de produtos e espaços.
  • Interseccionalidade: Consideração das intersecções de identidade, como raça, classe e capacidade, além de género e sexualidade.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.
David Wojnarowicz, Fuck You Faggot Fucker, 1984.

História e Origem

Vamos voltar no tempo, para a década de 1980. Movimentos sociais e culturais começaram a ganhar força, buscando visibilidade e direitos para a comunidade LGBTQIA+. Foi nessa época que artistas como David Wojnarowicz e Keith Haring começaram a usar as suas obras para falar de identidade, sexualidade e política. Eles desafiaram as normas da época e deixaram um legado que ainda inspira designers hoje.

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar os princípios nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada.

Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de queer design para celebrar e apoiar a comunidade. Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O  Queer Design Club é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a Out For Undergrad (O4U) Business Conference, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.
An edit of ‘The Heritage of Pride’ by Keith Haring (1980s) with the transgender, gay, lesbian and bisexual flags.

Além da Estética

As cores vibrantes, as tipografias arrojadas e uma constante vontade de quebrar normas tradicionais são o que tornam o queer design tão único. Estes elementos não são apenas escolhas estéticas; são formas de desafiar convenções e promover a visibilidade LGBTQIA+. O arco-íris, por exemplo, tornou-se um símbolo poderoso da comunidade e uma marca registada em muitas peças gráficas.

Mas o queer design vai além da estética; tem um impacto social profundo. Ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Movimentos e Coletivos Queer no Design

Movimentos e coletivos de designers queer estão a fazer um trabalho incrível por aí. O “Queer Design Club” é um ótimo exemplo, oferecendo uma plataforma para que designers LGBTQIAPN+ partilhem as suas obras e experiências. Outro exemplo é a “Out For Undergrad (O4U) Business Conference”, que inclui sessões de design focadas em promover a diversidade e a inclusão.

Unity in Diversity, AI-generated, 2024.
Unity in Diversity, AI-generated, 2024.

Influência e Impacto Social

Hoje em dia, a influência do queer design está em toda a parte. Empresas como Google e Apple estão a incorporar princípios de design queer nas suas campanhas e identidades visuais, promovendo uma imagem mais inclusiva e diversificada. Durante o mês do orgulho LGBTQIAPN+, muitas campanhas publicitárias utilizam elementos de design queer para celebrar e apoiar a comunidade.

O queer design tem um impacto social profundo, pois ajuda a criar espaços mais inclusivos e representativos, promovendo a aceitação e a compreensão da diversidade sexual e de género. O trabalho da GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), por exemplo, usa design gráfico para educar e influenciar a opinião pública sobre questões LGBTQIA+.

Colorful Flow, AI-generated, 2024.
Colorful Flow, AI-generated, 2024.

Incorporando a Influência Queer no Design

Se és designer e queres trazer um pouco dessa vibração queer para o teu trabalho, aqui vão algumas dicas essenciais:

  • Sê Autêntico: Usa elementos que realmente representem a comunidade LGBTQIA+ de forma respeitosa e verdadeira.
  • Usa Cores Vibrantes: As cores são uma parte importante do design queer. Não tenhas medo de usar paletas de cores arrojadas.
  • Quebra Normas: Desafia as normas tradicionais de design e experimenta com novas formas e tipografias.
  • Pesquisa e Aprende: Está sempre atualizado sobre a cultura e os movimentos LGBTQIA+ para garantir que o teu trabalho seja relevante e respeitador.

Queer Design é muito mais do que uma tendência estética; é uma poderosa ferramenta de inclusão e representatividade. Que tal começar a explorar essa influência no teu próprio trabalho?

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